domingo, 6 de agosto de 2017

No programa do Jô


Há cerca de uma década, quando era embaixador no Brasil, fui convidado para ir ao programa do Jô Soares. Devo dizer que não foi das "prestações" de que mais me orgulhe. Pensava-a perdida, mas descobri-a agora na net. Ela aqui fica, para quem estiver interessado.

4 comentários:

Helena Sacadura Cabral disse...

Caro Francisco

Bem engraçada a entrevista! Foi nesta altura que tive a ousadia de lhe escrever.
E o Acordo ortográfico, então, foi mesmo de rir!
Tantos anos passados e ainda andamos a discuti-lo...

Anónimo disse...

Notícias da Silly Season:

- Catarina Vaz Pinto não quer ser primeira dama em Nova Iorque;
- há abaixo-assinados em França por causa do estatuto da primeira dama, questão que vem do tempo de Valérie;
- Miguel Esteves Cardoso já não sabe se em Lisboa se sente mais perto dos ingleses ou dos lisboetas;
- O PS vende o seu bastião-sede Solférino;
- A França de Macron entra por arras de foro de Espanha... em Itália e compra tudo o que puder;
- Eduardo Lourenço diz que Portugal não pode viver em estado de êxtase permanente com Ronaldo, mas vá-se lá convencer os jornalistas, e os portugueses;
- Paulo Sande diz que há gentrificação em Lisboa, mas o Porto para lá caminha se a Agência Europeia do Medicamento chegar a bom porto...

Anónimo disse...

Pois eu gostei desta entrevista, particularmente da fotografia daquele "conjunto", como se chamavam as "bandas" na ocasião. Baile de gala no ginásio do Liceu de Vila Real em 1966 (?), entre Os Rangers e Os 5 Académicos, fez grande sucesso, sobretudo pelos chapéus e pelos famosos arranjos em "Dó Sustenido". Só não me lembro do nome do guitarrista de "suéter" claro... Obrigado e um grande abraço. Guilherme S.

Francisco Seixas da Costa disse...

Ao Anónimo (ma non troppo) das 19.16. O conjunto (agora diz-se banda) chamava-se "Os Brokens" e era uma extensão protomusical da "Seita Académica Os Brokens". Infelizmente, a vasta produção melódica do grupo, que havia sido registada numa única fita de gravação, foi destruída num incêndio em Sanguinhedo (outras versões dizem que foi em Tourencinho), que demorou a apagar por se ter verificado uma polémica pública entre dois "chefes de agulheta", respetivamente dos bombeiros "de baixo" e "de cima".